Indefesa, solitária sobre tuas raízes,
fazendo sombra com teus galhos e ramas!
Contrastando com o amarelo encardido o verde
de tuas matizes.
Levando esperanças àqueles que tu amas.
Por seres tu indefesa, hão de te deceparem os galhos?
Muda, sem proferir impropérios deixastes que te
mutilassem,
alijaram-te da natural beleza e deixaram-te em
frangalhos
e ainda vais enfeitar o Natal daqueles que de tua dor
não importassem!
Única tu habitas sozinha em nosso convívio,
abrigas ninhos de pássaros proliferando a vida!
E eis que aparece uma faca te decepando!
Chora em silêncio, amiga, que Deus te dará alívio.
Enfeita-te de novo com teu manto verde querida!
Estamos tristes com tua dor, mas em breve tu estarás
linda e a todos alegrando.
fazendo sombra com teus galhos e ramas!
Contrastando com o amarelo encardido o verde
de tuas matizes.
Levando esperanças àqueles que tu amas.
Por seres tu indefesa, hão de te deceparem os galhos?
Muda, sem proferir impropérios deixastes que te
mutilassem,
alijaram-te da natural beleza e deixaram-te em
frangalhos
e ainda vais enfeitar o Natal daqueles que de tua dor
não importassem!
Única tu habitas sozinha em nosso convívio,
abrigas ninhos de pássaros proliferando a vida!
E eis que aparece uma faca te decepando!
Chora em silêncio, amiga, que Deus te dará alívio.
Enfeita-te de novo com teu manto verde querida!
Estamos tristes com tua dor, mas em breve tu estarás
linda e a todos alegrando.
Nenhum comentário:
Postar um comentário